Sala Observatório FE: Acesse o chat e participe!

Novembro 16, 2009
http://www.salaobservatorioforadoeixo.blogspot.com/

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Acesse a sala do Observatório Fora do Eixo e participe do Fórum de discussão! Faça perguntas, teça considerações, interaja com o tema e nos ajude a  sistematizar o Fora do Eixo Card!


Resumo GD Observatório Fora do Eixo – Portais e redes de movimentos livres/alternativos/ independentes/solidários

Novembro 26, 2009

2º OBSERVATÓRIO FORA DO EIXO – CONFERÊNCIA LIVRE DE COMUNICAÇÃO
Quarta – 18 de novembro
Web Rádio Fora do Eixo e Freenode
Portais e redes de movimentos livres/alternativos/ independentes/solidários
Palestrantes – Vicente (Coolivre) + Daniel Tygel – (FBES – Forum Brasileiro de ECOSOL)

3 dimensoes na economia solidaria

- dimensoes economica – ausência de patrão e empregado (auto-gestão)
- cultural (jeito de nos relacionarmos uns com os outros)
- politico, “não estamos de brincadeira aqui” – questão social

é importante saber que para ter democracia em iniciativa econômica, as articulações deverão ser mantidas através de rede(s)

:. Rede diferente de cadeia

Rede econômica = iniciativas que estejam contribuindo uns com os outros

Cadeia = Quando um determinado produto, por exemplo, tem sua produção esteja na cadeia solidaria desde o início até o final.

-> Para isso é fundamental a informação, isso permite manter a economia possível de ser mantida;
Informação é estrategico para podermos avançar.

:. Fórum de economia solidária – solicitar a criação de uma secretaria de economia solidária, é preciso nos conhecer e saber onde estamos, para isso é necessário um mapeamento da economia solidária.

vários debates surgiram de como transformar os dados em informação qualificada.

Ai que surge a proposta do Cirandas, construção de um sistema solidário de rede. Ela se pauta em 4 dimensões:

1) caracteristica de rede social: temos várias conhecidas, orkut por exemplo, mas ela nao tem a característica de ser solidária;
2) recortes – possibilitar nessa rede processo de agregação de determinados tema, territórios, setor econômico, temática específica; evento específicos estará dentro da agenda nacional dependendo da temática;
3) Inteligência economica: é algo que está por trás do sistema e que permite cada empreendimento de economia solidária ter seu site. Colocar seus produtos e ter informações sobre esses sumos, aspecto geo diferenciado; oportunidade de ofertas de demandas; nucleo de consumos de coletivos;
4) intercomunicação com os sistemas; ao invés de investir numa logica microsoft de hegemonização de internet, estamos falando de protocolo de comunicação, todos possam se comunicar e todos possam ter informação de todos, o intuito é que o Cirandas possa dialogar com varias iniciativas tanto dentro quanto fora do Brasil.

.: Como estamos em sociadade em rede, a internet seria um tecido digital dessas redes.
O fato da construção do software livre, autônoma, prova que é possivel envolver tecnologia dentro de uma outra filosofia;

PERGUNTAS:

Marilia Sanches – O que é Software Livre ?
Software livre é como um movimento social que surge na epoca de 80, um estudante da faculdade se revolta com o que se surgia na época: Os softawares que sempre foram compartilhados em faculdades começam a ser vendidos para empresas que surgiam (microsoft e apple), transformando conhecimento em caixinhas de mercadorias, compra de conhecimentos produzidos em faculdades para monóplio de informação.

Software Livre
Liberdade total ao codigo-forte aberto
1) uso
2) acesso
3) aperfeiçoacao (copy left – dar acesso a aperfoiçoação)
4)

Linux – O software livre é produzido de forma colaborativo, mais seguro, melhor performance…

__

Pergunta – Alfa do Cubo:
Há um sistema de comercialização de produtos online? a rede teria a operacionalização necessária que dê suporte a isso?

Resposta:
tomaram a decisão de nao fazer comercialização online no Cirandas, é muito arriscado avançar para o comercio eletronico;
Porém não é algo que não possa ser transformado, a iniciativa da Fora do Eixo é fundamental pra gente avançar, é so se articulando que a gente pode avançar.
____

Pergunta – D2, Massa: Como é a Coolivre, como ela é alto-gerida?

Resposta: A coolivre é uma iniciativa de movimentos sociais, economia solidaria e softaware livre. Foi formada pela união de estudantes de administração e de comuputação da UFA. Os de administração estudaram durante todo o curso ferramentas para serem implemntadas no campo da economia solidáriae quando se formaram conheceram os estudantes de computação, ai nasce desses dois sonhos, viver de economia solidaria e viver de software livre. Não conheciamos nenhum outro modelo de gestão de economia solidaria, a auto gestao, que não tivesse ninguem patrão e empregado, ai começa todo o processo de readequação. Funciona assim: Todos tem o valor da hora igual, estando no segundo semestre da faculdade ou no mestrado. É uma postura bem radical de autogestão, não tem diferenciação nenhuma de hora, a gente ta conseguindo manter esse padrão ate por que o nossos trabalhos nos permite, o conhecimento nao esta na faculdade, está na internet.


Resumo GT Observatório Conferência Livre de Com. – Audiovisual Fora do Eixo

Novembro 21, 2009

2º OBSERVATÓRIO FORA DO EIXO – CONFERÊNCIA LIVRE DE COMUNICAÇÃO
“Comunicação, Cultura e Universidade”
GT – Audivisual/WebTV + Fora do Eixo Card
Mediação: Thiago Dezan (Espaço Cubo)


Participantes:
Alan_Retomada
Alfa_Cubo
brigatti_bigorna
driade_cubo
fernanda_cufamt
Joao_[PeQuI]
Kaline_Catraia
Lenissa_Cubo
letz_bigorna
Marielle_Cubo
Marilia_Sanches
Massa_Felipe
nettu_vilhenaroc
Salsicha_ALONA
thiago_cubo
Plano de Trabalho:
Dar continuidade aos trabalhos já elaborados pela frente de produção, inserir demandas retiradas neste GT no Plano de Trabalho do Audiovisual e planejar a SEDA 2009.

Resumo deliberações:
- Elaborar Documentário Integrado do Grito Rock 2010
- Abordar mais a questão da Economia Solidiária nos programa do projeto
- Produção de VTs institucionais dos setores do Circuito Fora do Eixo
- Se inserir no Edital de Passagens (TAM) para o Grito Rock 2010


Resumo GD Observatório Fora do Eixo – Comunicação, Cultura e Universidade

Novembro 21, 2009

2º OBSERVATÓRIO FORA DO EIXO – CONFERÊNCIA LIVRE DE COMUNICAÇÃO
Quarta – 18 de novembro
Web Rádio Fora do Eixo e Freenode
“Comunicação, Cultura e Universidade”
Palestrante – Mariana Pezzo – Diretora de Comunicação UFSCar

Bloco 1 – Painel

Conferências:
Uma preocupação em relação à conferência é que a questão da comunicação é tratada afastada da cultura. Tanto que nas conferencias de cultura a comunicação tem um papel periférica. Ela acha que é papel de todos trazer uma pra mais perto da outra.

Ela acha que um tema que deve ser debatido na conferencia é o suporte para os centros de comunicação pública. Outro ponto é a questão da gestão democrática a gente só pode entender meio de comunicação como públicos é quando há um conselho e com ampla participação da sociedade civil. Temos que pensar o que significa gestão estatal e gestão democrática.

O que se entende por qualidade por qualidade de conteúdo. Não há controle da programação radiofônica ou televisiva, mesmo que não seja um canal público, já que as concessões para rádios e tvs prevês uma atuação pública maior.

Importância de haver uma mobilização para participação dos agentes nas conferências, já que ela vai ser um grande campo de negociação.

Universidade:
A universidade não aparece no processo de construção de conferências. A relação Universidade x Conferências é importante. Temos de ter em mente que a universidade não é financiadora, e o que ela tem melhor pra oferecer é o acesso ao conhecimento sistematizado e à reflexão. Mais importante é o que a univesidade ganha com a aproximação desses coletivos de comunicação.

A cultura dos movimentos sociais é diferente da cultura tradicional das universidades, que tem uma velocidade diferenciada – já que tem que passar por conselhos e outros mecanismos de debate.

Nas universidades há dois extremos de cultura – Cultura Erudita, da elite e a Cultura Assistencial, trabalhando com os saberes tradicionais, como o folclore.

Os cursos de comunicação das universidades brasileiras estão parado no tempo. Não estão formando profissionais qualificados para o cenário dinâmico da comunicação atual, tanto pela segmentação dos cursos – formam jornalistas, ou RPs, nunca pensam em comunicação integrada.

As universidades federais tem uma particularidade de estar no país inteiro, o que é verdade para o circuito. A gente enxerga que se cada local que existe universidade fosse pressionada pelos movimentos sociais, a gente teria uma rede de trocas de conteúdo. Em São Carlos existe a Rede IFES.

Se observarmos a cadeia produtiva da música, a gente tem desde exemplos como os das incubadoras de cooperativas, que auxiliam na economia solidária, tem setores para produção, processos educativos, para engenharia de produção.

—–
Bloco 2 – Perguntas

Marielle Ramires: Queria que ela traçasse um panorama sobre a rede de rádios universitárias. quem faz parte? qual o projeto politico da organizacao para o proximo ano?

- Existe a Rede IFES, que é uma rede que agrega as universidades federais, que surge de uma ferramenta tecnológica para o compartilhamento da Rádio e Tv para as universidades. Não há necessidade de ter uma tv ou rádio, basta apenas produzir material nesse formato.

A IFES é a porta de entrada para uma rede de compartilhamento com muito mais instituições, os coletivos poderia usar essa plataforma.

- Você tem um edital, como o do MinC, que prioriza os projetos que tem como demanda a pressão dos movimentos sociais. A Universidade não é financiadora, mas tem acesso a alguns mecanismos de financimento, como o fundo para a ciência e tecnologia. Então essa pode ser uma primeira parceria.

———
Bloco 3 – Perguntas

Alfa Canhetti: Poderia citar exemplos de casos de projetos revelantes de comunicacao que estao acontecendo nas universidades brasileiras ?

Programas especiais que são focados na diversidade de programação musical apresentada. Além de formatos de programas inovadores, pautados na autogestão.

Um projeto a se destacar se chama “Fala Favela” de capacitação de agentes culturais, a princípio no Rio de Janeiro, mas não só pra capacitar, mas também estimular a criação de rede, para que o projeto tivesse continuidade. Essa capacitação durou de 3 a 4 meses, com reuniões semanais, de 4 horas, onde se passava conhecimento teórico e prático e a organização de um festival chamado Fala Favela, que acontece dentro da Universidade. Também estão preparando um CD. É um projeto relativamente simples, em tempo relativamente curto, mas que é bastante legal.

Pedro Corrente: Como as rádios universitárias podem dialogar com a comunidade e os seus agentes culturais – pessoas que podem ter menos instrução ou menos conhecimento das leis de fomento de cultura?

Quem mais ganha ao lidar com a comunidade é a universidade brasileira. Porque a universidade é homogenea e com isso, mais diversidade.

Jovem: Como você enxerga as rádios livres e comunitárias e a relação da universidade com esses meios?

A gente tem duvida nenhuma apóia a relação, não só apoia como estimula.
Com a digitalização, a chance de que elas existam está cada vez maior. Acho que o maior problema é a falta de regularização. Além de regularizar, tem que dar celeridade e rapidez nesse processo de concessão. Não é do interesse do Ministério de Comunicação que essas concessões sejam concedidas.

Existe história de universidade de universidades que colaboraram para o fechamento de uma determinada rádio livre. As universidades que apóiam, esse apoio não é completo justamente pela falta de regularização. Isso leva para a criminalização mesmo.

Considerações finais

Acredito muito na universidade, nas oportunidades que ela pode proporcionar. Está na hora de aproveitar o momento e provocar as universidades, o Ministério já está fazendo isso. A conferência de comunicação é símbolo forte, assim como como a de cultura que acontece há muito mais tempo. A gente tem o dever de procurar e provocar a Univesidade, de criar problemas, que ao serem resolvidos, estamos movimentando e melhorando a comunidade.


Ata GT Rádio | II Observatório FDE

Novembro 19, 2009
17/11/2009

-> Web Rádio

Participantes:
Jovem – Massa
Sarah – Massa
Alan – Retomada
Piti – Cidadão do Mundo
Rafaum – Noize
Danilao – Retomada
Alfa – Cubo

Por problemas técnicos na rede da ABRAÇO, instituição convidadada da noite, não foi possível a realização do painel que teria a participação de Josué Franco Lopes, coordenador de comunicação  e o tema “Rádios e TV´s comunitárias/livres/solidárias”

Foi anunciado que aconteceria apenas o Grupo de Trabalho com o seguinte tema em questão: Web Rádios.
A mediação ficou por conta do Jovem Palerosi e as seguintes pessoas participaram:

Jovem propôs uma discussão acerca dos editoriais integrados (tv, rádio e redação) que aconteceram nas últimas duas semanas;
Sarah sugeriu que todos os coletivos levante temas pertinentes as discussões do circuito pra continuidade desses editoriais;
Jovem contextualiza a ação no intuito de aumentar a discussão e a busca pela identidade do Circuito;

Sarah explica que a idéia é pegar um tema e usa-lo em diferentes enfoques por diferentes mídias;

Outra proposta da comunicação Fora do Eixo apresentada foi o estabelecimento de programa de formação de equipes, Sarah citou o exemplo das oficinas ministradas pela rádio independencia ou marte e apontou o Cidadão do Mundo como um coletivo potencial pra estar nesse projeto.

Jovem fez uma retrospectiva dos debates que estavam ocorrendo no núcleo e citou o mapeamento de programas de rádio e agentes que trabalhem na área
Rafaum do Noize sugeriu a criação de uma cartilha explicativa
Jovem citou a cartilha técnica que o Ney fez uma vez nos moldes da rádio em transmissão proprietária, com o simplecast e afirmou a importancia dessa nova versão ser formulada no sistema de software livre.

Jovem reiterou a importância de definir a equipe organica de web rádio, colocou que por mais que as discussões tenham sido produtivas durante o II Congresso Fora do Eixo, não estavam todos os agentes que produzem ações nesse setor de toda a rede.
Alan falou do interesse do coletivo Retomada em começar a transmitir os eventos de Montes Claros e sugeriu que esse manual poderia ser um guia pra que essa nova versão fosse feita
Alfa colocou o link de check list de equipamentos usados (http://docs.google.com/Doc?docid=d9jtgfx_25dn5zg84j&hl=pt_BR) e ficou de disponibilizar o manual de software feito pelo Ney na lista de coletivos do groups.
O Massa ficou encarregado de preparar o documento com as informações das transmissões livres e que será colocado tanto no TEC do Circuito Fora do Eixo e também no tecnologiademarte.blogspot.com, tec do Independência ou Marte.

Jovem sugeriu marcar uma reunião já na próxima semana, a data e horário será definida na lista dos coletivos do groups.


+ Confira o debate na íntegra, clicando aqui: http://docs.google.com/View?id=dgvvsjtc_305htdx4vgc

Resumo GT Observatório Conferência Livre de Com. – Redação e Assessoria Fora do Eixo

Novembro 17, 2009

2º OBSERVATÓRIO FORA DO EIXO – CONFERÊNCIA LIVRE DE COMUNICAÇÃO VOLTADA PARA A CULTURA
“Movimentos da comunicação social” – Estudantil, Software Livre, Mídias independentes
GT de Redação/Assessoria + Fora do Eixo Card – Sarah Mascarenhas (Massa Coletiva)
Data: 16/11/2009 – Local: Msn do CFE
HORÁRIO: 22:00 ÀS 23:00

Plano de trabalho: Revisar sistematização já presente nos dois setores e aplicar novas tecnologias para aprimoramento das ferramentas já utilizadas. Como decidido no primeiro Observatório, a Redação recolhe de seus jornalistas uma planilha de execução todos os meses para poder montar o seu balanço total. Já a assessoria ainda não tem uma sistematização completa, mas já contém planilhas de execução de projetos isolados.

Resumo de deliberações:
- Fechamento do Balanço do setor de redação dos dois últimos meses e publicá-los no Fora do Eixo Tec
- Criação de um ‘Formulário de Demandas’ para a assessoria, onde todos os setores poderão incluir suas necessidades no planejamento 2009/2010 da Assessoria. O Formulário deverá ser publicado na lista de coletivos e no blog de tecnologias (na barra lateral e em um post de lançamento).
- Manter as reuniões semanais da Assessoria, onde as demandas recebidas via Formulário serão debatidas. Logo após deliberações sobre o projeto, lançar Plano de Assessoria na lista de coletivos.

Confira aqui a Ata Corrida.


2ª edição do Observatório Fora do Eixo produz Conferência Livre de Comunicação

Novembro 16, 2009
Após ter sido pautado na Economia Solidária em sua primeira edição, o Observatório trabalhará no formato de Conferência Livre de Comunicação voltada para a cultura.

Mapa Fora do Eixo por Fora do Eixo.
Mapa do Circuito Fora do Eixo

A procura de estabelecer um núcleo de pesquisa que apresente e estude estas novas tecnologias sociais, o Circuito Fora do Eixo inaugurou no início de agosto o projeto Observatório Fora do Eixo, tendo todos seus debates permeados pelo âmbito da Ecosol – Economia Solidária. Desta vez, abre as portas para uma das frentes que tem se desenvolvido ao longo do ano – A Comunicação.

A proposta central continua focada em estimular a difusão,  análise e sistematização do conhecimentos produzidos neste período, através de seminários e debates  virtuais. O objetivo é nitido, promover a troca de conhecimento, experiências – e claro, tecnologias -, ação típica deste movimento.

1º observatório Fora do Eixo - Fora do Eixo Card por Fora do Eixo.
Equipe de Produção do 1º Observatório Fora do Eixo

Assim como a sua primeira edição, a plataforma que receberá o projeto será o Portal Fora do Eixo - o conector virtualde todos os 40 pontos coletivos integrados a rede. Todas as palestras serão transmitidas via Web Rádio Fora do Eixo, enquanto as dúvidas e sugestões serão enviadas via Freenode (plataforma de bate-papo), na sala do Observatório.

O Observatório acontecerá de 16 a 20 de novembro, no formato de uma Conferência Livre de Comunicação voltada para a Cultura. Para tanto, foram convidados especialistas nesta área, divididos entre os eixos “Movimentos da Comunicação Social”, “Rádios e Tv’s Comunitárias”, “Laboratórios de Comunicação Universitária”, “Portais e redes de movimentos livres”, finalizando com “Software Livre”, tema que vem sendo amplamente discutido pelos participantes da rede, desde o 2º Congresso Fora do Eixo, que aconteceu no fim de setembro, no Acre – Rio Branco.

Metodologia
– Nos cinco dias em que acontecem, as atividades se iniciam às 20:00(horário de Brasília), e cada um deles é dividido em dois momentos: os Grupos de Discussão (GDs) e Grupos de Trabalho (GTs). Cada dia será mediado por um agente do Circuito, além de contar com uma palestra do convidado. Os cinco grupos de trabalho são Redação, Audiovisual, Web Rádio, Agência e Fora do Eixo Card (no mesmo dia) e finalizando Fora do Eixo Discos e Sonorização. Os dois últimos grupos serão abordados pela perspectiva de trabalho do núcleo de Assessoria de Comunicação do Circuito.

 



Clipping Virtual Observatório Fora do Eixo

Setembro 7, 2009

Eis o Clipping do 1º Observatório Fora do Eixo evento realizado pelo Circuito, acontecido no começo de agosto. Este doc é um apanhado virtual de matérias publicadas que comentam o Observatório, e este em questão conta com 55 matérias, de sites, blogs e microblogs de pontos variados do país. Outras ferramentas de divulgação, como vídeos e a gravação das palestras também constam no documento.

Abaixo segue o Clipping em Power Point e o Escopo em word:

Escopo Clipping Observatório Fora do Eixo

Clipping Observatório em PPT


Resumo GT Observatório Fecard – Sonorização Fora do Eixo

Agosto 8, 2009
1º OBSERVATÓRIO FORA DO EIXO – FORA DO EIXO CARD / ECONOMIA SOLIDÁRIA
GT FORA DO EIXO CARD – FORA DO EIXO SONORIZAÇÃO (palco e som, estudios, eletrônica)
Data: 06/08/2009 – Local: Msn do CFE
HORÁRIO: 22:00 ÀS 23:30


Plano de Trabalho:

- Estruturar um balanço de coleta dos trabalhos e equipamentos utilizados para viabilizar ações institucionais do Circuito Fora do Eixo na perspectiva de garimpar e detalhar a execução dos serviços prestados sob a pespectiva dos atos necessários para se finalizar um produto e do tempo dedicado para a conclusão dos trabalhos. O balanço Fecard é mais uma ferramenta do sistema Fora do Eixo Card para que iniciemos um mapeamento e sistematização da força produtiva do CFE, organizando indicadores que nos auxilie a dar os próximos passos para o desenvolvimento e aprimoramento dessa frente gestora da rede.

Resumo deliberações:

- Fechamento do Balanço de coleta fecard dos setores de som e palco, eletrônica, estúdios (e etc) da Frente Gestora Fora do Eixo Sonorização com detalhamento de serviços e equipamentos necessários para cada produção destinada às ações institucionais do CFE
- Os coordenadores do setor da Sonorização responsáveis pela atualização dos respectivos Balanços de coleta junto ao conselho gestor do Fora do Eixo Card e envio mensal para a lista dos coletivos, todo dia 05, são Gustavo (Massa Coletiva), Ynaiã Benthroldo e Bruno Kayapy (Cubo).
- Os Balanços deverão trazer as informações referente aos produtores, coletivos, serviços, produtos, estimativa de horas e preços de cada serviço prestado para as ações do CFE separados por mês e por “cliente” (como bandas e eventos do CFE por ex.).
- O conselho gestor do Fecard está responsável pelo acompanhamento dessa coleta e criar as tabulações necessárias a partir do levantamento do balanço.
- Todo mundo responsável por trazer mais pessoas para o os outros dias do Observatório Fora do Eixo.


Resumo GD Observatório Fora do Eixo – Bancos Populares

Agosto 7, 2009

1º OBSERVATÓRIO FORA DO EIXO
Quinta-feira – 6 de agosto

GD – Bancos Populares: Banco Palmas e a rede de bancos populares no Brasil
Palestrante – Joaquim Melo – Coordenador do Instituto Banco Palmas e da Rede Brasileira de Bancos Comunitários

Conjunto Palmeiras –  localizado bem na periferia de Fortaleza

Na década de 70: várias famílias foram transferidos para uma área periférica muito ruim, sem infra-estrutura e saneamento básico. O local alagava facilmente e a água que empoçava era muito contaminada, logo as pessoas eram obrigadas a comprar água potável, que vinha em caminhões.

Anos 80: década de mobilização social

Depois de 10 anos sem água, sem luz e com a presença constante de doenças decorrentes de falta de saneamento, foi criada uma associação de moradores – uma organização das famílias para lutas sociais – que reivindicava melhorias nas condições de habitação no local por meio de passeatas e outras ações sociais

Era uma época de muita repressão, resquício da ditadura recente. Ocorreram várias vitórias sociais, mas também várias pessoas foram presas em função das manifestações.

Anos 90: 25 famílias vivendo ainda sem infra-estrutura urbana, sem saneamento

Seminário em Janeiro de 1991 – “Habitando o Inabitável” – resultou no primeiro pacto social do bairro:

    1. criação de federação local
    2. planejamento estratégico para os próximos 10 anos – foco: urbanização do local

A partir desse pacto, foram iniciados vários mutirões comunitários no bairro para realizar grandes obras a fim de se melhorar as condições de infra-estrutura/urbanização do bairro.

Recursos provenientes de associações internacionais, governo do estado, prefeitura, GTZ, e também bingo, gincanas, etc.

Moradores do bairro constroem tradição de formação auto-didata, de estudo e de pesquisa.

Numa das pesquisas realizadas pelo grupo, foi identificado que muitos moradores do local precisaram se mudar de lá em função dos novos custos relacionados à urbanização do local.

(criação de taxas – água, luz, IPTU – manutenção das casas ficava cara porque a renda não crescia, logo as pessoas vendiam seus barracos e se mudavam para outras favelas).

Grande contradição: moradores passaram 20 anos lutando pela comunidade e depois não tinham condições de se manter morando no local

Realização do segundo seminário Habitando o Inabitável, no qual foram levantadas as seguintes avaliações:

- O 1o seminário havia sido um sucesso, já que o local havia melhorado significativamente nos últimos 7 anos;

- O conjunto Palmeiras havia deixado de ser uma favela e passado a condição de um bairro popular

- Antigos moradores se mudavam do bairro porque não a renda não aumentava, mas os custos de moradia sim

Essa é uma situação comum em favelas que passam por urbanização: se não há ações para aumentar renda das pessoas, elas se mudam

prioridade não era mais urbanizar o bairro, mas sim gerar trabalho para aumentar a renda das pessoas (boa parte dos moradores sem formação, com nome no SPC etc).

Surge então a questão: Por que somos pobres economicamente? (Trata-se de um povo que construiu seu bairro com as próprias mãos).

- Somos pobres porque não temos $

- Mas por que que não temos $? – perda da base monetária

Todo dinheiro que se tem é usado fora do bairro e o dinheiro vai para outro lugar, para outros mercados. (analogia com “balde furado”)

Constatação: não existe bairro pobre, existe bairro que se empobrece porque perde a base monetária. Para evitar isto, deve-se garantir que o dinheiro seja gasto localmente.

Essa é a origem da metodologia banco comunitário

Banco palmas – 1997

Programa que iria estimular que as pessoas produzissem e consumissem localmente – formação de rede de prosumidores (produtores e consumidores ao msm tempo)

Foram obtidos R$2000,00 inicialmente e este dinheiro acabou no primeiro dia. Mas as pessoas foram pagando o crédito e o banco foi crescendo.

Criou-se o PalmaCard, o cartão de crédito do Banco Comunitário (dinheiro preso – fatura).

Para sanar esse problema, em 2000 avançou-se para a criação da moeda social, que circulava no bairro com muito mais facilidade/agilidade.

Ideia vem dos clube de trocas que aconteciam uma vez por semana. Nesse clube a moeda se mantinha restrita a número pequeno de pessoas.

Questão que se coloca: se podemos trocar uma vez por semana, p q não podemos trocar todos os dias?

Consolidação da moeda palmas, que começa a circular livremente como se fosse dinheiro comum. Contudo, a circulação era localmente restrita, o que representa a vantagem de garantir que a renda das pessoas se mantenha no local onde elas moram (desenvolvimento local sustentável).

Isso foi crescendo bastante – atualmente, há cerca de 12-13mil palmas circulando diariamente no Conjunto Palmeiras.

Hj são 47 bancos comunitários no brasil.

Esses bancos não têm filial. Cada comunidade tem seu banco e é sua gestora, atuando localmente.

Redes integram comunidades.

Trata-se de um sistema bancário descentralizado – criação de uma nova lógica do sistema financeiro.

PERGUNTAS

1)  <Danilo_INCOOP> -Incubadora Regional de Cooperativas Populares da UFSCar

Joaquim, se fosse para fazer o que foi feito para o desenvolvimento do conjunto palmeiras novamente, vc indicaria começar investindo na renda primeiro ao invés de investir na infra – estrutura?

Ou levar ambos ao mesmo tempo?

infra-estrutura e geração de renda têm que caminhar juntas

Mobilização dos moradores para construção de coisas em mutirão. Contudo, no dia em que obras  estavam completas, os trabalhadores ficaram desempregados.

Constatação posterior de que, com o $ que tinha chegado, em vez de pagar trabalhadores, poderiam ter sido montadas cooperativas (contrução de móveis, portas etc com mesmo $ que foi gasto com as obras de urbanização. Ao final da construção, empresas capacitadas dariam continuidade à geração de trabalho e renda dentro da comunidade).

Esse foi o grande aprendizado obtido com processo de urbanização do Conjunto Palmeiras: não se pode pensar nessas coisas separadas.

Experiência divulgada em várias prefeituras do país: contratação de empresas locais para a realização de obras.

Normalmente, contrata-se grandes empresas capitalistas que não deixam nada na cidade.

Por isso é melhor organizar trabalhadores em cooperativas. Isso garante que a comunidade continue fortalecida, por meio da geração de emprego/trabalho para a comunidade de forma sustentável.

2)  <gabriel_lumo> outras comunidades de fortaleza quiseram também implementar o banco? como funciona o repasse dessa tecnologia para outras comunidades?

A tecnologia social não tem dono, é da sociedade. Por isso grupo do Banco de Palmas ministra palestras no brasil inteiro para que essa metodologia pode ser multiplicada ao máximo em outras comunidades

Maior dificuldade das comunidades é obter o montante necessário para iniciar a experiência do Banco Comunitário. Estima-se que são necessários 60 mil reais para montar um banco (investimento em computadores, impressão das moedas sociais etc).

Normalmente, o processo envolve 3 meses de trabalho junto à comunidade, para capacitação, e mais 9 meses de acompanhamento técnico para garantir continuidade.

É preciso buscar algum parceiro local que ajude com o investimento inicial.

As palestras não têm custo para a comunidade.

Meta: criar 1000 bancos comunitários no brasil.

Papel social no CFE – msm funcionamento, só que no caso do Conj. Palmeiras, a rede é um bairro.

PIB não é quantidade de $ que tem, mas a forma que o $ circula.

Nesse sentido, os dois modelos de moeda social (bcos comunitário e a rede de cultura) são bem parecidos (buscam que riquezas sejam geradas a partir dessas redes e que fiquem nas redes).

Cultura – componente fundamental para a Ecosol, parte integrante dessa metodologia.

15 16 outubro – Encontro Bancos Comunitários – convite ao CFE para trocar experiencias

3) <Pablo_Cubo> Joaquim, tive o prazer de conhecer pessoalmente a experiencia e fiquei bastante impressionado, gostaria que vc traçasse um paralelo entre a rede de moedas sociais que estamos criando nacionalmente entre os coletivos do CFE e a rede de bancos populares que o banco palmas tem ajudado a organizar no pais, e como podemos gerar um interface entre ambos?

<Victor_Catraia> Joaquim, qual é a relação da palma com o real, existia no início uma relação de vendas e compras entre as duas moedas?

<marcelo_cidad> Gostaria de saber como o Banco Palmas consegue indexar os juros em índices baixos. Isso traz a tona uma nova lógica dentro da ciência da economia.

<Marielle_Cubo> Quais são os fundos de investimento internacionais que investem em bancos solidários no Brasil? E como funciona a relação do Banco Palmas com o Banco Central?

<carol_massa> Tenho uma tbm: Como funciona o lastro do Banco de Palmas?

Joaquim ressalta seu papel de líder comunitário, não economista – aprendeu pela prática. Logo, suas

respostas são baseadas nas experiencias do Banco Palmas.

Qdo criaram moeda palmas – 2 processos do Banco Central

- Entendimento do empreendimento como banco de agiotagem – processo arquivado

- 2003 – banco obteve mta visibilidade devido à imprensa – devido a esse processo, banco chegou a ir a julgamento, mas ganharam causa.

Depois disso Banco Palmas moveu processo contra Bco Central para que se este posicionasse em relação à moeda social.

Resultado: acordo em 3 pontos:

1 – moeda lastrada em reais

2 – moeda tem série de elementos de segurança

3 – possibilidade de câmbio por moeda oficial

Pessoas trocam reais com palmas. P q? 5% de desconto para quem compra em palmas (custo de vida no bairro é mais barato se for usada a moeda palmas)

Assim, embora a moeda seja indexada em Real, na compra na comunidade, a Palma vale mais.

relação de indexação – permite câmbio:

preços se relacionam – tudo que pode ser feito com reais, pode ser feito com a moeda social.

Vantagem de se tirar Reais de circulação e manter a moeda social circulando: Palmas não migram para outros territórios.

Contudo, qdo pessoas precisam, podem trocar a moeda.

Não é risco para o banco central – pq há o lastro em real. Dentro do marco legal – moeda é representação do que se tem em reais.

Taxas de juros: Banco Comunitário tem tese de que taxa de juros deve ser a menor possível (ideal – juros zero), já que não é objetivo ganhar $.

O foco, a razão de ser do Banco Comunitário é o desenvolvimento local – se bairro cresce economicamente, todos crescem economicamente.

Captação de recursos:

junto ao BB a 1%

Política de juros: crédito evolutivo com juros evolutivos, de acordo com a renda

quem ganha mais, paga mais

Problema captação do recurso – Brasil precisa de política consistente de microcrédito.

Fundos de investimentos

na Europa – legislação monetária é mais flexivel do que no Brasil – próprios bancos criam experiências menores

Não tem nenhuma informação acerca de experiências desse tipo no Brasil.

Banco Central – instituição de uma comissão de estudos – iniciativa de chamar seminário nacional, que será realizado em novembro – 2 dias com rede de bancos comunitários.

Houve tempo de litígio com Bco Central e hj tem-se acordo, mas é necessário marco legal para garantir continuidade das experiências. Daí a importância desse seminário.


4) <Dudu_Massa> Que agentes da comunidade foram fundamentais para introduzir a idéia do Banco Palmas à mais pessoas que viviam ao seu redor? Há Laços maiores que unem essas pessoas além do banco?

<felipe___> Felipe Bannitz – ITCP-FGV. Joaquim, gostaria de saber se o Banco Palmas e a Rede de Bancos a Comunitarios organizam Bancos de Tempo, para organizar e tornar permanete as trocas de horas de servicos como reparos domesticos, massagens entre outros, como estrategia de aproveitar melhor todo o potencial dos trabalhadores desempregados ou subempregados do Conjunto Palmeiras, estimulando-estimulando-os a se inserirem melhor no mundo do trabalho.

No Conj. Palmeiras se trabalha com moeda social local circulante – outro formato de organização das trocas, diferente do banco de tempo.

Ainda não evoluíram nesse tipo de experiência .

Existem vários formatos de moedas sociais que não são concorrentes ou antagônicos, mas que se complementam.

Trabalhadores do banco palmas – responsável por acompanhamento de outros bancos.

No ceará existem 27 bancos comunitários.

Alimentam mto ideia de que pessoas devem se formar em termos técnicos e conhecer filosofia, história, objetivos.

Programa destinado a jovens da comunidade: aprendem e viram consultores – responsáveis por passar metodologia adiante.

Relação direta com funcionários e comunidades – FECOL (Fórum Econômico Local) – controladoria social do banco palmas (Todo banco comunitário deve ter um conselho local. Em Palmas é por meio desse fórum que Banco presta contas à comunidade)

Banco Comunitário não tem dono; é uma associação e, portanto, é do coletivo.

Um dos motivos da crise econômica: bancos americanos sem controle da população, estímulo ao consumo alienado, empréstimos. Não há necessidade de prestação de contas: Bancos quebram, crescem, ficam com lucro, fazem o que querem. Por isso, no caso de Bancos Comunitários, fórum é questão de essência.

No Brasil – jornada pela democracia econômica.

Sistema financeiro brasileiro: 6 bancos dominam sistema brasileiro local e não prestam contas –

sistema mal debatido, anti-democrático.

População tem que ser dona de seu sistema financeiro – bcos comunitários têm mostrado essa possibilidade. Controle social é fundamental.

Questão da inadimplência: se pessoa não paga, seu nome fica no fórum. Coletivo pode cobrar dívida ou, caso haja motivos para o não pagamento, o coletivo busca ajudar.

5) <Danilo_INCOOP> Joaquim, vc conhce algum empreendimento de economia solidária ligado a cadeia da cultura? Se sim, conte para nós um pouco deste(s) empreendimento(s)

Conhecimento restrito ao Conjunto Palmeiras: Cia Bate Palmas – Empreendimento Econômico Solidário que já obteve crédito junto ao banco 3 ou 4 vezes .

Envolve 40 jovens da comunidade em 4 atividades culturais:

5.1 – banda

5.2 – casa de construção de instrumentos musicais – percussão (mas tb mascaras, bonecos gigantes)

5.3 – estúdio de música – não mta qualidade, mas suficiente para gravar cds e ensaiar.

Lançamento do cd da banda do conjunto – produção no próprio conjunto (músicos, instrumentos, gravação)

O maior desafio de uma experiência como essa não é ter pouco $, mas sim conseguir implantar a cultura da solidariedade, pois bombardeio que vem de fora, da mídia, é muito forte.

As músicas da banda valorizam cultura local.

Papel de levar cultura de consumir produtos locais.

Concurso: 10 ideias para um bairro prazeroso

origem: crack tem devastado comunidades

hipótese de que ele chega e domina pq as pessoas não têm prazer na comunidade

Além disso, algumas pessoas comercializam crack para conseguir $ fora do território.

6) <rogerio-IGC-Goia> o banco palmas esta aberto a todos?

O banco é aberto a qualquer morador da comunidade.

Pessoas de fora da comunidade podem adquirir moedas para comprar no comércio local.

Credenciamento de empresas parceiras.

Ex: produtos de cultura – microfones, caixas de som – não são comercializados no bairro, então lojas são credenciadas para receberem Palmas, que podem ser usadas para consumo dentro do bairro ou podem ser trocadas por Reais.

Resumindo, nada impede credenciamento de outras empresas, pois isso aumenta base monetária local.

7) <Pablo_Cubo> Joaquim, entre os dias 19 e 22 de agosto, muitos dos nossos coletivos estarão na feira da musica de fortaleza, seria possivel agendarmos uma visita ao banco palmas e uma reunião com vc durante algum desses dias, seria muito bacana!


<Pablo_Cubo> gostaria de retribuir o convite e chama-lo para participar do congresso fora do eixo que sera realizado entre os dia 21 a 26 de setembro no acre, seria otimo que ele fosse um dos consultores de nosso congresso no dia dedicado ao fora do eixo card.


<Victor_Catraia> Joaquim, o que você sugere pra que os coletivos façam e implementem o sistema de cards com uma moeda solidária? Dê suas dicas pra nós!

Moeda do circuito poderia se desdobrar em moedas destinadas a circulação em pequenas localidades, como um bairro ou pequeno município.

Implementar de forma mais transversal, em territórios específicos, a fim de avançar para montar cadeias produtivas mais locais e estimular outros tipos de EES.

Base- deixar riqueza produzida na mão de quem produziu

Está tramitando no congresso nacional uma lei que cria no Brasil um marco legal da moeda social.

Coletivos devem ter legalmente direito de criar moeda social e ter acesso à investimento público.

Contradições – parte do governo é à favor, parte é contra experiências desse tipo.

Se lei for aprovada, governos são obrigados a reconhecer e apoiar moedas sociais.

Necessidade de se juntar: fortalecimento para lutar pela Economia Solidária.