Projeto Incubadora

Visando o incentivo, réplica e adaptação do projeto Incubadora em demais locais, a produtora DoSol realiza na próxima segunda-feira, 05 de dezembro, um Observatório, sediado no Dosol (Natal-RN), também será transmitido ao vivo e os espectadores poderão participar via internet.

O projeto Incubadora foi idealizado pela produtora DoSol e prevê a sistematização e suporte de registro, produção e difusão de artistas locais, e em sua primeira fase recebeu Hossegor, Venice Under Water, Camarones Orquestra Guitarrística, Monster Coyote, Talma & Gadelha e outros artistas potiguares.

O maior objetivo da atividade é colocar os artistas em contato com novas formas de produção de música, dividindo experiências acumuladas nos dez anos de ação da produtora DoSol com música, trocar tecnologia e métodos de registro e difusão com outros combos culturais do Brasil e do mundo.

Para eviar perguntas, basta twittar com a hashtag #ObservatorioFdE.

Serviço

Observatório Fora do Eixo:
Projeto Incubadora

Participantes:
Anderson Foca (DoSol),

Segunda-feira, 05/12
às 19h (horário de Brasília)

Canal: http://bit.ly/tvSmZg
Participe: #ObservatorioFdE

Observatório do CdC com Abel Contra o Muro

A primeira turnê do Clube de Cinema (CdC), que apresenta o filme Abel Contra o Muro, realiza hoje um Observatório a partir das 20 horas, na Casa Fora do Eixo Sanca, em São Carlos. O tema do debate vai permear a inovadora idéia da frente de audiovisual do Circuito Fora do Eixo de realizar a tour de um filme e contará com a presença dos realizadores do Abel contra o Muro, João Guilherme Perussi (Produtor) e Alexandre B. Borges(Autor e Diretor).

O Observatório visa catalisar  tudo que já vem sendo debatido não apenas na turnê, que já passou por 5 cidades do estado e ainda tem mais 3 paradas pela frente, mas dialogar com pessoas que trabalham e/ou se interessam por audiovisual no país, partindo de uma ação “micro” – a ação em si – para o macro do cinema brasileiro.

Para acompanhar ao vivo o debate, acesse o Canal do Observatório.

Serviço:
Observatório Fora do Eixo do Clube de Cinema
17 de Setembro
A partir das 20h
Casa Fora do Eixo Sanca
Rua 7 de Setembro, 2053

Observatório Fora do Eixo de Rádio Livre

A Web Rádio Fora do Eixo e o Coletivo Ajuntaê de Campinas promovem no sábado, dia 17/09/2011, um Observatório para discutir a radiodifusão FM no Brasil. Esta ação surgiu após o Circuito Fora do Eixo receber um transmissor FM da Ong Descentros, em uma chamada pública para distribuição do aparelho.

Neste observatório será apresentada a instalação, manutenção e funcionamento do Transmissor FM. Esses processos serão filmados e transformados em um vídeo-manual que acompanhará o aparelho nos próximos destinos. Por fim, o evento tem o objetivo de abrir a discussão dos rumos do transmissor na rede Fora do Eixo.

Tópicos do Observatório:

1)Teórica/Histórica – Rádio Livres
Um pouco do histórico da radiodifusão no mundo e no Brasil. Leis de Audiodifusão, Rádio Livre, Desobediência Civil.

2)Prática – Uso do Transmissor FM
Como instalar e operar um transmissor FM. Esse tópico será realizado na sede do Coletivo Ajuntaê, que se tornará temporariamente base do transmissor.

3)Discussão – Como o FDE usará o transmissor
Fechando o observatório, será realizado um bate-papo visando discutir qual será a política de uso do transmissor dentro do circuito.

Participantes
Thiago Novaes – Bacharel em Ciência Política (UNICAMP), coordenou em 2005 a implementação dos Pontos de Cultura Digital junto ao Ministério da Cultura, integrando a Coordenação do Projeto Casa Brasil em 2006. Trabalhou de 2002 a 2004 como pesquisador na Diretoria de TV Digital do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (CPqD), responsável por serviços interativos e audiovisuais. Atua há 10 anos em pesquisa e implementação de rádios de baixa potência, tendo publicado traduções e artigos sobre o tema. Atualmente, cursa o doutorado em Antropologia pós-Social na UNICAMP, investigando a relação humano-técnica e os rumos que o direito autoral e a propriedade intelectual estão tomando neste começo de século XXI. Apresenta programa na Rádio Muda às terças-feiras, das 18h às 20h (escute o stream da rádio colando esse endereço no seu player: http://orelha2.radiolivre.org:8000/muda ).

Gabriel de Souza Fedel – Membro do Coletivo Ajuntaê, articulador do Fora do Eixo e Gestor da frente de tecnologias do Fora do Eixo. Militante do software livre, atua principalmente com ferramentas aplicadas à produtos artísticos como música e imagens. Também atuou no movimento das rádios livres junto à Rádio Alternativa de São Carlos/SP. É formado em Ciência da Computação pela USP São Carlos (2008) e Mestre em Ciência da Computação pela UNICAMP (2011).

Jovem Palerosi (aka Youngman) - tem 25 anos, é músico, dj e produtor musical. Se formou no curso de Imagem e Som na UFSCar onde realizou diversos projetos audiovisuais. Participou do grupo que implantou a Rádio UFSCar, tendo trabalhado como estagiário em sua programação. É fundador do Massa Coletiva, e trabalha com o projeto Independência ou Marte desde 2007, tendo sido contemplado pelo MinC como Ponto de Cultura e Ponto de Mídia Livre. Nos últimos anos colaborou com diversas bandas, projetos musicais e esteve presente em festivais de música independente por todo o país, seja na discotecagem ou na transmissão e cobertura junto a Web Radio Fora do Eixo.

Atualmente coordena o estúdio do Aparelho Coletivo, ponto de linguagem em música do Fora do Eixo em São Carlos e participa de um quarteto do projeto Música/Coletivo do Rumos Itaú Cultural, entre outros projetos.

Referências: Textos e Livros

Textos reunidos pelo Coletivo Rádio Muda
http://muda.radiolivre.org/?q=node/11

Tradução do livro Radios Libres de 1978
Escrito pelo collectif rádios libres populaires
http://estudiolivre.org/tiki-index.php?page=LesRadiosLibres&bl;

Rádios Livres: o outro lado da voz do Brasil
Marisa Aparecida Meliani Nunes
Dissertação defendida em 26 de abril de 1995.
http://brasil.indymedia.org/media/2003/03/249584.doc

O Movimento das Rádios Livres e Comunitárias e a
Democratização dos Meios de Comunicação no Brasil
Cristiane Dias Andriotti
Dissertação defendida na Unicamp em abril de 2004.
http://www.midiaindependente.org/pt/blue//2004/05/281592.shtml

Rádios Livres: a reforma agrária no ar!
Scanner do livro de Marcelo Mazagão, Arlindo Machado e Caio Magri de 1986
http://dodopublicacoes.wordpress.com/2009/03/15/radios-livres/

Vídeos e Áudios: Rádio Muda

Serviço
Observatório FdE “Rádio Livre”
Tema: Rádio Livre, Leis de Rádiodifusão e Transmissão FM
Dia: Domingo – 17de setembro de 2011
Horário: 17h00
Local: Sede do Coletivo Ajuntaê – R. Prof. Luiz Cerqueira Monteiro 45, Jd. Proença – Campinas
Canal de transmissão: #AoViVoFde: http://www.livestream.com/observatoriofde

Observatório Palco Fora do Eixo- Com Selma Bustamante

O Observatório Fora do Eixo, um espaço de vivência e troca de experiência cultural, apresenta na quarta-feira (dia 31), às 18h, um bate-papo com a diretora de teatro Selma Bustamante.

O encontro acontece no Centro Cultural Casarão de Ideias, onde Selma falará da participação dela como espectadora na mostra de teatro de rua Lino Rojas, em São Paulo; no 2a festival Cena Aberta, em Arcoverde (PE); e as manifestações culturais de Recife.
A idéia é que a atriz compartilhe suas experiências e o olhar dela em relação a construção teatral desses espaços.

Observatório CdC

Ocorreu no último sábado, dia 20, em São Carlos, um debate sobre as novas tecnologias e novos meios de produção e articulação audiovisual. A roda de discussões foi transmitida pelo canal do Observatório FdE e teve uma média de 60 espectadores durante todo o tempo de transmissão, além das 30 pessoas que vieram acompanhar presencialmente essa importante conversa que reuniu Governo Federal, Sociedade Civil e Universidade na sede do Massa Coletiva.

Público acompanhando o debate

Com a mediação de Rafael Rolim, coordenador nacional do Clube de Cinema Fora do Eixo, contribuíram também para o debate:

Amanda Guimarães, organizadora da Mostra Audiovisual de Cambuquira (MOSCA);
Andressa Pappas, assessora do Gabinete da Secretaria do Audiovisual (SAV); Bruno Maceió, coordenador geral de Desenvolvimento Sustentável do Audiovisual (SAV); Cezar Migliorin, professor do Departamento de Cinema e do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF).

O debate começou mais como uma conversa, quando o mediador Rafael fez um apanhado do histórico do CdC, dentro do contexto da cadeia produtiva do audiovisual brasileiro.

Após tal contextualização, foi feita uma rodada onde todos apresentaram suas considerações iniciais, com divergências entre uma fala e outra, e embates interessantes que foram acompanhados com muita qualidade tanto pelo público presente quanto pelos que assistiam pela internet, com muitos adendos importantes ao tema, passando por visões teóricas sobre a cultura, políticas públicas para o audiovisual e a produção e circulação cultural como um todo, sempre tangenciando a sustentabilidade das ações e como atingí-la.

Depois de vários pontos de vista expostos, foram detectadas algumas convergências entre os discursos e o tom da conversa assumiu um carater mais propositivo.

A impressão que ficou ao final de tudo foi que, independente das divergências que possam haver entre as perspectivas de todos os interessados na melhoria do contexto do audiovisual no país, podemos sim construir juntos planos que contemplem a todos, e a presença de representantes tanto da Secretaria do Audiovisual quanto da Universidade, além de todo o público que contribuiu decisivamente com tudo, só chancela essa impressão.

Como foi o Observatório FdE em Poços de Caldas-MG

O observatório Fora do Eixo “Música Independente e Circulação” reuniu 14 pessoas para uma reflexão sobre esse tema. Estavam presentes integrantes das bandas locais Danateia Rock, Mekanos, K2, Leo Domingues, Nikka, Havanna e também da banda Fóssil (Fortaleza – CE).

Pedro Cezar (banda K2) fez uma breve explanação sobre o surgimento do Coletivo Corrente Cultural. Diante da falta de espaço e políticas públicas voltadas para o cenário musical, carência de especialização nessa área – tanto na cidade quanto nas outras mais próximas – e, ainda, diante da forte atividade turística voltada para os idosos, fez-se necessário uma organização coletiva para modificar.

Ainda que Poços fosse reconhecida como um “celeiro de artistas”, não havia espaço para os mesmos, os quais acabavam indo para fora da cidade ou investindo apenas em bandas covers. Assim, o coletivo veio para abarcar as necessidades vigentes e seus principais objetivos são: modificar a cabeça dos artistas, bem como do público; modificar a visão da Prefeitura; da iniciativa privada e, por fim, mudar também a “cabeça” dos donos de casas de shows.

Após a apresentação das demandas e ambições acima comentadas, foi a vez de Eric (banda Fóssil – Pedagogo, Educador Social e Radialista) dar o seu depoimento sobre sua visão das problemáticas enfrentadas. Falou a respeito de vários pontos que reformulam a concepção do músico e seu trabalho na sociedade. Conceitos atuais como autogestão de carreira, e outros como intercâmbio e mobilização com a iniciativa pública e privada, já difundidos em outras profissões, agora ganham significado próprio e essencial dentro da vida do músico, que além de artista começa a se enxergar como empreendedor do seu próprio negócio.

Embora em algum momento os artistas passem por “crise de identidade” – exemplo: “sou mais produtor do que músico” – devem ter a consciência de que o verdadeiro artista de hoje em dia cria ramificações de seu trabalho, mas isso não quer dizer que deixe de ser o que é. O importante é “galerizar”, isto é, trocar serviços.

Eric ainda frisou a importância da rádio como meio de divulgação e acessibilidade local, pois mesmo que a internet seja muito interessante, “não é o quintal de casa ainda”. Também apontou que o telefone é um caminho ainda melhor de contato devido a ligação direta com a pessoa interessada em estar financiando, patrocinando, apoiando ou oferecendo o suporte necessário para a realização de um projeto.

Outro destaque foi para a importância dos editais nacionais, estaduais e municipais; nos quais o artista deve estar sempre “antenado” e se inscrevendo. Nos casos em que o mesmo quer levantar uma verba para realização de um projeto, já saber qual a funcionalidade de um edital, como são formulados e apresentados, é fundamental para adaptar um modelo para campanhas de arrecadação de fundos no financiamento estrutural do artista, seja para circulação, escoamento e divulgação, manifestação etc.

Depois foi a vez de as outras bandas presentes darem seus depoimentos: a galera da Mekanos comentou que embora cada integrante quisesse seguir para um lado, isto é, se formar no que escolhessem – e isso envolvia caminhos diferentes – dar continuidade à banda sempre foi importante e um consenso. Os membros presentes da banda Havanna ainda não tinham parado para refletir exatamente sobre os seus reais propósitos, mesmo porque ficaram desfalcados algumas vezes devido a saída de alguns músicos; mas atualmente, sobretudo depois que Renan (integrante do coletivo) chegou para a formação ficar completa, muita coisa mudou e todos tem um objetivo em comum: investir no seu próprio trabalho. Fernanda (banda Nikka) comentou que ainda há muito que amadurecer, pois o trabalho autoral ainda é recente – embora queiram continuar fortalecendo essa frente – mas querem também continuar tocando bastante cover, até mesmo para poderem se aperfeiçoar. Renatinho falou sobre sua antiga banda e o rompimento com a mesma, pois era extremamente dependente dos outros integrantes, já que era vocalista e não sabia tocar nenhum instrumento. Ao entrar em contato com o Corrente Cultural viu possibilidades de criar um trabalho próprio, mas ainda está explorando territórios. Leo Domingues disse que tocava cover em botecos, já tinha algumas criações próprias, mas que acabou se acomodando. No entanto, com o Corrente viu possibilidades de dar voz ao seu trabalho autoral. Pedrinho e Diego (banda K2) também comentaram sobre suas experiências, sobre o modo como enxergavam o cenário musical antes e como enxergam hoje, isto é, de forma muito mais madura e consciente de que a autogestão é de extrema importância.

O encerramento se deu com os agradecimentos de Pedro Cezar, em nome do coletivo, ressaltando o quão é gratificante compartilhar experiências e conhecer a realidade de outros locais. Eric devolveu a palavra dizendo que ao mesmo tempo em que trouxe questionamentos, também estará levando consigo vários outros. Deixou como mensagem que tudo deve ser feito com amor e que cada um deve fazer aquilo que realmente acredita, isto é, não se deve permitir ser frustrado – “o que eu tenho é minha pele, não sou o que visto”.

Foto: Tetê Nassif

Observatório FdE “Música Independente e Circulação”

O Coletivo Corrente Cultural convida todos os músicos independentes de Poços de Caldas para uma grande reunião no dia 10 de julho de 2011, às 15h00, no SESC. Este observatório faz parte do Festival Corrente Mostra 2011 e visa trazer para perto do coletivo os artistas poçoscaldenses que tem interesse de circular pelo Brasil através das plataformas do Circuito FdE e do site Toque no Brasil.

Além da circulação será destacada a importância da autogestão da carreira, estimulando os artistas a se organizarem para buscar maior profissionalismo. Para tal teremos como debatedores convidados: Eric, da banda Fóssil (CE) que também ministra a Oficina de Criação de Pedais, e é criador do Curso de Oficina de Roadies e Técnica de Palco; Diego e Pedrinho, da banda K2 (MG); Gustavo e Victor, da banda Mekanos (MG).

Serviço
Observatório FdE “Música Independente e Circulação”
Tema: Circulação e Autogestão de carreira
Dia: 10/07/2011
Horário: 15h00
Local: SESC Poços (Rua Paraná, 229, centro)

Canal de transmissão #AoViVoFde: http://www.livestream.com/observatoriofde

Ata – Observatório FDE Clube de Cinema

Observatorio Fora do Eixo – Clube de Cinema

Data: 27 de maio de 2011

Horário: 20h

Local: Casa Fora do Eixo São Paulo

Presentes:

  1. Raiza (CAFE SP)
  2. Yasmin (Massa)
  3. Carioca (Massa)
  4. Rodrigo Bouillet
  5. Dudu (Massa)
  6. Luis Felipe (Massa)
  7. Hiro (Massa)
  8. Josinaldo (Cidadela)
  9. Francine (Macondo)
  10. Gian (Sem Paredes)
  11. Marcelo Cabala (Macondo)
  12. Cris (Difusão)
  13. Tassio (Goma)
  14. Eduardo (Enxame)
  15. Marjory (Enxame)
  16. Ciro (Peleja)
  17. Bianca (Guaicuru/Ponte Plural)
  18. Thiago (CAFE SP)
  19. Vitor (CAFE SP)
  20. Michelle (Megalozebu)
  21. Carol Berger (Macondo)
  22. Diego (Ajuntaê)
  23. Rafa Rolim (Cafe RJ)
  24. Chiquinho (Forum dos Festivais)
  25. Rodrigo Bouillet (Cine +Cultura)
  26. Jorge LaFerla (professor universitário de Buenos Aires)

 

Resumo:

 

1. Rafa Rolim inicia apresentando o primeiro observatório do Fora do Eixo/Clube de Cinema e explicando as principais características do observatório. Pauta o debate que tratara da Cadeia Produtiva, focado na exibição como uma composição cineclubes e festivais de cinema como divulsor do audiovisual brasileiro. Apresenta Chiquinho representante do Fórum dos Festivais e Rodrigo Bouillet representante do Cine+Cultura.

Chiquinho começa falando que começou no audiovisual com um festival composto por todos os curtas-metragens produzidos em São Paulo. Uma das primeiras ações deste festival, foi escrever uma carta de princípios, e atualmente esse festival conta com 60 festivais associados no estado de São Paulo. No Brasil todo existem 220 festivas de cinema. Boa parte deles é feito com orçamento muito baixo ou sem dinheiro algum.  As salas de cinema comerciais cada vez menos dão conta das produções cinematográficas que estão focadas nas grandes produções. São Paulo é o poló que mais contempla as diversidade do não comercial. 92% das cidades brasileiras não tem sala de cinema comercial.

Rodrigo Boulliet conta sua exitosa tragetoria cineclubista pelo Rio de Janeiro. Da um parâmetro sobre o programa Cine+Cultura (1046 kits em todo o Brasil), explica que a composição base de trabalho é praticamente composta por cinclubistas e isso ajuda muito para que funcione. Quase 3.000 cineclubes isso via coletivos, pontos de cultura, kits Cine+.

 

2. Rafa faz uma relação da evolução de cinema digital e difusão da cadeia produtiva com a criação do Fora do Eixo em 2006. O dialogo entre realizadores e militantes, antigos e novos esta mais direto. Fala sobre o Mobiliza Cultura, o que é o movimento e suas importâncias para a cadeia cultural criativa e as políticas publicas e convida o Fórum dos Festivais para fazer parte da lista de discussão.

Dudu fala sobre o laboratório de exibição feito entre o CdC e a Mostra de Filme Livre e pergunta para Chiquinho – Qual as chances de dialogo para que os festivais de cinema liberem seus acervos para os cineclubes.

Chiquinho - Esaa é uma pauta debatida dentro do Forum dos Festivais para sensibilizar festivais por todo o país a aderirem chancela de liberação dos filmes para cineclubes. E realização de atividades permanentes de mostra curta-metragens liberados.

Rodrigo - Complementa dizendo que não cabe mais fazer um festival só de curtas, pois a demanda é além, principalmente com os diferentes gêneros de festivais que existem hoje.

Rafa -  Debate o caminho para a distribuição além de cineclubes e festivais. Estrátegia de aproximação entre realizador e espectador. Incentivando que os realizadores libere seu filme para as entidades e também para que seu filme selecionado ou não para mostras ou festivais cheguem para cineclubes e entidades.

Chiquinho - O grande nó é a distribuição. A palavra distribuição se liga direto aos distribuidores que se ligam automaticamente com as salas de exibições. Um modelo quadrado que iguala os grandes filmes com filmes (arte, docs, nacionais, latinos) uma iniciativa de mostrar o outro lado é a programadora Brasil que tem filmes nacionais de varias épocas e de grande qualidade e que não conflita com a distribuição de venda de dvd’s por ser voltada para pontos de exibições. Isso é uma iniciativa vitoriosa que nada contra a corrente. Porta-curtas da Petrobrás é uma outra iniciativa vitoriosa e via internet mostrando possibilidades com a principal ferramenta de comunicação rápida atual. E dentro disso vemos que precisamos de muito mais que isso para difundir o tanto de produções que são feitas no Brasil que na maior parte não circula.

Rodrigo - Por mais que tenhamos soluções bem sucedidas elas são pontuais ainda.  Não dão conta da demanda. Isso por um lado é bom para estimular que mais iniciativas existam. Existe projeto de filmoteca digital do conselho nacional através de Pontão de Cultura aprovado.

Rafa - Canais de TV tem aberto mais espaço para documentários e animações.

 

3. Hiro - Formação – Como aproximar as pessoas formadas em oficinas pratica e livres e acadêmicos de cinema?

Chiquinho - Na forma acadêmica o curso que mais demanda para o audiovisual é o jornalismo. Mais muitos outros deveriam incorporar essa pratica por uma necessidade moderna e cabe ao ministério da educação querer dialogar com isso. Os cursos específicos estão se destacando por qualidades, entre pratica e teoria. As possibilidades de estar mais perto com os realizadores dentro de sala de aula tem despertado mais a juventude, porem isso já é uma coisa que nos cineclubes é diária mais pouco, isso da questão dentro e fora dos muros acadêmicos.

Rodrigo – Ate a década de 70 o estudo de cinema era feito na rua entre fazer o filme e discutir cinema. Essa criação de escolas é muito recente por isso ainda são poucas.

Chiquinho se despede por razoes de outros compromissos.

Jorge LaFerla professor universitário de Buenos Aires e pesquisador de meios audiovisuais integra o debate do Observatorio e começa falando da importância de integração entre os povos, as democracias audiovisuais. Fala das questões da Tvs piratas, comunitárias que nadam contra a corrente das tvs capitalistas e suas qualidades de não depender delas para existirem. Lumier pensa em um sistema de projeção coletiva que vem acabando por questões difíceis de distribuição Realização de filmes somente com uma câmera e um computador sem recurso nenhum e é com base nisso que questionamos para que o cinema 3D. Precisamos conhecer mais a historia do cinema.

Carol Berger questiona as questões das Artes Audiovisuais como terreno mesquinho. Não se pensa na super valorização da obra e sim como compartilhamento.

Jorge – Fala sobre as vantagens do Youtube que tem uma troca muito grande e que isso é cada vez melhor. Surgimento da internet em plena guerra fria. Uma tendências de mono canais que estão se perdendo pois não vamos mais ter projetores e sim passaremos para somente computadores. Os museus estão no domínio de empresas privadas ou com governos criando um monopólio de arte contemporânea. Emplica um conhecimento além de roteiros, direção entre outros e sim na forma coletiva de discussão de contato do publico unilateral. As artes integradas devem se dialogar e se misturar pois cada vez mais tem incomum e formão assim algo mais solido tudo gerado pelas questões de avanços tecnológicos, onde você não faz um video só para apresentar em um nicho. O audiovisual como plataforma das novas formas de expressões artísticas. Devemos tudo isso ao computador e os desenvolvimentos tecnológicos.

 

Observatório sobre o Teatro do Absurdo

O Coletivo Difusão (Manaus) promove no dia 31 de maio o Observatório Fora do Eixo Palco Difusão, com o tema “Teatro do Absurdo”, gestão e e processo de criação com a Cia. Artória.

O Observatório acontece da 14h as 18h. Mais informações, acesse o caderno de programação  do Difusão.

1º Observatório do Clube de Cinema

Durante a imersão do Clube de Cinema Fora do Eixo (CDC), que está acontecendo na Casa Fora do Eixo São Paulo (CAFESP) desde o dia 25 de maio, será realizado o 1º Observatório Fora do Eixo do Clube de Cinema. A proposta é debater a Cadeia Produtiva Autoral entre agentes do cinema envolvidos na rede de coletivos e convidados especiais que trabalham com audiovisual no Brasil. O debate proporcionará a troca de experiências sobre a produção cinematográfica independente, bem como uma reflexão dos avanços e como vem se fazendo e distribuindo cinema no país. Entre os convidados, teremos a participação de Francisco César Filho (Chiquinho) do Fórum de Festivais, Rodrigo Bouillet, Coordenador de Rede do Cine Mais Cultura e Rafael Rolim, do CDC. O 1º Observatório do CDC será nessa sexta-feira, 27 de maio, às 20 horas, na CAFESP e terá transmissão ao vivo no canal do Observatório

Serviço
Observatório do Clube de Cinema
Tema: Cadeia Produtiva Autoral
Dia: 27/05/2011
Horario: 20h
Local: Casa Fora do Eixo São Paulo (Rua Scuvero, 282, bairro Liberdade, São Paulo/SP)
Canal de transmissão #AoViVoFde: http://www.livestream.com/observatoriofde